Reflexão: Jesus não disse que o mundo conheceria Seus discípulos pelo conhecimento bíblico impecável, pelos dons espirituais impressionantes, pelos cultos empolgantes. Disse: pelo amor. A forma como vocês se amam vai provar para o mundo que vocês são Meus. E isso deveria nos fazer parar e pensar: nosso amor pelos irmãos tem sido convincente o suficiente para apontar pessoas para Cristo?
Porque amor genuíno não é teoria teológica. É prática. Perdoa quando seria mais fácil guardar rancor. Serve quando ninguém está olhando. Suporta quando a pessoa é chata demais. Honra quando o outro não merece. Fala verdade com graça. Busca reconciliação em vez de divisão. E quando esse amor governa a comunidade, algo poderoso acontece: as pessoas de fora param e dizem “tem algo diferente nessas pessoas.”
Porém, quando não há amor, quando há divisão, fofoca, inveja, competição, a mensagem que mandamos é outra: “Jesus não faz diferença nenhuma.” As pessoas veem apenas mais um grupo religioso cheio de hipocrisia. Então, que este ano seja marcado por amor visível. Não amor que fica bonito em sermão. Amor que se manifesta em atitudes concretas. Porque o mundo não precisa de mais pregação. Precisa ver Jesus real em relacionamentos reais.
Pergunta para reflexão: Seu amor pelos irmãos tem sido visível o suficiente para apontar pessoas para Cristo ou tem sido fonte de tropeço?
Oração: Senhor Jesus, ensina-me a amar como Tu amaste. Quebra minha dureza. Que meu amor seja sinal verdadeiro de discipulado, não apenas discurso vazio.